quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Chuva no meu tecto...

Choveu sobre meu tecto
Chuva crescida, gorda, grossa
Chuva madura
E meu coração de papel
Ficou molhado, e espalhado
As lágrimas que chorei
Regaram o amor que neguei
Amor que cresceu,
Engordou e engrossou
Amor que amadureceu
E me sufocou...

1 comentário:

Custódio Duma disse...

Ola mano,
Obrigado pelo comment...
Faz tempo que as criticas chegam ao meu ouvido, mas nao gosto da ideia de me digladiar com os comentadores. Minha obrigacao é realizar o meu trabalho, respeitar as diferenças e permanecer fiel aos meus ideiais.
Algumas discussoes levam a nada, e o nosso povo em muitas circunstancias nao consegue discutir ideias; aos poucos passa-se a esfera pessoal e começam os insultos. Eu nao gosto disso, por isso mesmo prefiro calar-me.
O texto sobre a critica, em parte visava mostrar que nao quero entrar nessa discussao sobre pessoas e por outro lado mostrar que se continuarmos a tratar como inimigos e oposicao aqueles que tem ideias contrarias, cedo votaremos o nosso Estado ao fracasso.
Muita força Nelson, estamos juntos nessa luta e mais do que a critica dos outros precisamos estar certos dos nossos ideiais e permanecer neles e na ética.
Bem haja
Sempre seu