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sexta-feira, 8 de julho de 2011

PREÇO DOS TPM AUMENTA OU NÃO AUMENTA?



Satisfação porque apesar dos argumentos usados pelos TPM para sustentar o aumento me convencerem, tenho para mim que já bastam os aumentos que andam por ai e que deixam a mair parte dos Moçambicanos com os bolsos esburacados. Preocupado porque apesar dos argumentos usados para impedir o aumento também me convencerem, deu para notar a desarticulação que existe entre os TPM e o MTC e talvéz até “desarticulado” esteja eu que sempre pensei que como empresa pública,apesar de e possivelmente algumas autonomias seja lá de que natureza forem, no fim do dia, de alguma forma, os TPM ainda “prestavam contas” ao MTC e um aumento de tarifa na ordem de uns 40 % devia ser do conhecimento do MTC antes de vir ao público. 

Com esse episódio não tive como não me lembrar da famosa história da cesta básica, do registo obrigatório dos cartões dos serviços de pré-pago de telefonia móvel entre outras onde as instituições, os governantes se contradizem de forma tão crassa que me pergunto para que servem os encontro que ouvimos falar por ai. Existe por ai alguma estratégia de comunicação? As vezes é em situações tão básicas que nem dá para falarmos “sofesticadamente” de estratégias e blá blá.

Meu medo é isso vire moda e que o povo se habitue à essas brincadeiras de dizer e “desdizer”, prometer e “desprometer” marcar e desmarcar datas, prazos para isto e aquilo e apartir dai nunca mais leve à sério as decisões que forem tomadas seja lá por quem for.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

De que lado está a mentira (verdade)?

O ministro da Saúde Paulo Ivo Garido, veio ontem dizer que a história dos 7 centros de saúde que se encontram encerrados em Napula por falta de equipamento "está mal contada". A "história" foi veiculada pelo jornal Notícias citando Paulo Rapaz do Departamento de Planificação na Direcção Provincial da Saúde em Nampula. Para sustentar a sua posição, Garido questionou os nomes dos referidos centros e os distritos em que se encontravam. Quanto aos distritos, observei que o ministro não deve ter lido a "história" na sua versão original(Jornal Notícias) pois lá se fala dos distritos de Memba, Ribáuè, Malema, Moma, Ilha de Moçambique, Laláua, Eráti, Muecate, Meconta, Nacaroa, Nacala-a-Velha e a própria cidade de Nampula.
Ivo Garido afirmou ter falado ou telefone com o funcionário da DPS de Nampula(fonte do Notícia) que lhe garantiu não ter falado nada à imprensa. Prometeu ainda que ia à Nampula hoje, averiguar pessoalmente o assunto.
Diante disso tudo, urge perguntar:

-De que lado está a verdade ou melhor a mentira?
-Quem contou mal a história dos 7 centros?
-O funcionário da DPS, o Notícias, o Ministro ou a fonte do Ministro(pode ser outra)?
-E porque a história foi mal contada?

Cá por mim a história pode sim ter sido bem contada. Podem sim haver centros de saúde encerrados. E em plenas "visitas relampagos", constatando oque vem costantando, o ministro não devia duvidar que houvessem nesse vasto país centros encerrados.
Cá por mim qualquer um dos quatro(o funcionário da DPS, o Notícias, o Ministro ou a fonte do Ministro) podiam por diversas razões ter "contado mal" a história. Esperemos agora que dada a importância do assunto, o ministro compartilhe connosco os seus resultados "sherlockholmianos".
Vamos esperar então?


quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Cheias no Zambeze III


Da Preta do mozamigos.com, recebi uma breve rabiscada em jeito de comentário às cheias no Zambeze II. A tecnologia nos ludibriou e nós a ludibriamos. Eis o comentário:


"Faça desse poema uma canção. Quiça aqueles seres que ontem eram pequeninos e hoje já estão grandinhos, aprendam que, por aquelas bandas, o Zambeze é o único que tem o dom de ser pequenino e grandinho?

É deveras revoltante ver e ouvir que pessoas recusam-se a retirar-se das margens do Zambeze pondo em risco suas próprias vidas e a dos que os querem salvar!!!

Há coisas que de facto não se deviam voltar a fazer: resgatar populações vivendo nas margens do rio Zambeze, afinal a gente aprende com os erros e as experiências já vividas.

Lá onde meu cordão umbilical caiu, existe uma lagoa que tem as suas "marés". Quando é tempo da maré baixa, todos vão as margens para semear, pois é bom colher o fruto do seu suor. Mas, o celeiro e o principal abrigo, esse fica lá, bem no alto, distante. Na época da maré alta, se é que assim se pode dizer, nunca se resgata ninguém pois é do conhecimento geral o "temperamento da lagoa"! "