sábado, 15 de novembro de 2008

Se Obama fosse africano: Mia Couto's Opinion


Tenho o hábito de, quando posso, "revirar" a blogosfera e saborear nacos de escritos que andam por lá. Pena mesmo que a gente mesmo querendo não pode ver(ler) tudo. Numa das minha "viralatices" me cruzei com o texto que se segue. O assunto(Obama) esta na ordem do dia. O autor, o grande Mia Couto, dispensa qualquer apresentacao.


Os africanos rejubilaram com a vitória de Obama. Eu fui um deles. Depois de uma noite em claro, na irrealidade da penumbra da madrugada, as lágrimas corriam-me quando ele pronunciou o discurso de vencedor. Nesse momento, eu era também um vencedor. A mesma felicidade me atravessara quando Nelson Mandela foi libertado e o novo estadista sul-africano consolidava um caminho de dignificação de África.

Na noite de 5 de Novembro, o novo presidente norte-americano não era apenas um homem que falava. Era a sufocada voz da esperança que se reerguia, liberta, dentro de nós. Meu coração tinha votado, mesmo sem permissão: habituado a pedir pouco, eu festejava uma vitória sem dimensões. Ao sair à rua, a minha cidade se havia deslocado para Chicago, negros e brancos respirando comungando de uma mesma surpresa feliz. Porque a vitória de Obama não foi a de uma raça sobre outra: sem a participação massiva dos americanos de todas as raças (incluindo a da maioria branca) os Estados Unidos da América não nos entregariam motivo para festejarmos.

Nos dias seguintes, fui colhendo as reacções eufóricas dos mais diversos recantos do nosso continente. Pessoas anónimas, cidadãos comuns querem testemunhar a sua felicidade. Ao mesmo tempo fui tomando nota, com algumas reservas, das mensagens solidárias de dirigentes africanos. Quase todos chamavam Obama de "nosso irmão". E pensei: estarão todos esses dirigentes sendo sinceros? Será Barack Obama familiar de tanta gente politicamente tão diversa? Tenho dúvidas. Na pressa de ver preconceitos somente nos outros, não somos capazes de ver os nossos próprios racismos e xenofobias. Na pressa de condenar o Ocidente, esquecemo-nos de aceitar as lições que nos chegam desse outro lado do mundo.

Foi então que me chegou às mãos um texto de um escritor camaronês, Patrice Nganang, intitulado: "E se Obama fosse camaronês?". As questões que o meu colega dos Camarões levantava sugeriram-me perguntas diversas, formuladas agora em redor da seguinte hipótese: e se Obama fosse africano e concorresse à presidência num país africano? São estas perguntas que gostaria de explorar neste texto.

E se Obama fosse africano e candidato a uma presidência africana?

1. Se Obama fosse africano, um seu concorrente (um qualquer George Bush das Áfricas) inventaria mudanças na Constituição para prolongar o seu mandato para além do previsto. E o nosso Obama teria que esperar mais uns anos para voltar a candidatar-se. A espera poderia ser longa, se tomarmos em conta a permanência de um mesmo presidente no poder em África. Uns 41 anos no Gabão, 39 na Líbia, 28 no Zimbabwe, 28 na Guiné Equatorial, 28 em Angola, 27 no Egipto, 26 nos Camarões. E por aí fora, perfazendo uma quinzena de presidentes que governam há mais de 20 anos consecutivos no continente. Mugabe terá 90 anos quando terminar o mandato para o qual se impôs acima do veredicto popular.

2. Se Obama fosse africano, o mais provável era que, sendo um candidato do partido da oposição, não teria espaço para fazer campanha. Far-Ihe-iam como, por exemplo, no Zimbabwe ou nos Camarões: seria agredido fisicamente, seria preso consecutivamente, ser-Ihe-ia retirado o passaporte. Os Bushs de África não toleram opositores, não toleram a democracia.

3. Se Obama fosse africano, não seria sequer elegível em grande parte dos países porque as elites no poder inventaram leis restritivas que fecham as portas da presidência a filhos de estrangeiros e a descendentes de imigrantes. O nacionalista zambiano Kenneth Kaunda está sendo questionado, no seu próprio país, como filho de malawianos. Convenientemente "descobriram" que o homem que conduziu a Zâmbia à independência e governou por mais de 25 anos era, afinal, filho de malawianos e durante todo esse tempo tinha governado 'ilegalmente". Preso por alegadas intenções golpistas, o nosso Kenneth Kaunda (que dá nome a uma das mais nobres avenidas de Maputo) será interdito de fazer política e assim, o regime vigente, se verá livre de um opositor.

4. Sejamos claros: Obama é negro nos Estados Unidos. Em África ele é mulato. Se Obama fosse africano, veria a sua raça atirada contra o seu próprio rosto. Não que a cor da pele fosse importante para os povos que esperam ver nos seus líderes competência e trabalho sério. Mas as elites predadoras fariam campanha contra alguém que designariam por um "não autêntico africano". O mesmo irmão negro que hoje é saudado como novo Presidente americano seria vilipendiado em casa como sendo representante dos "outros", dos de outra raça, de outra bandeira (ou de nenhuma bandeira?).

5. Se fosse africano, o nosso "irmão" teria que dar muita explicação aos moralistas de serviço quando pensasse em incluir no discurso de agradecimento o apoio que recebeu dos homossexuais. Pecado mortal para os advogados da chamada "pureza africana". Para estes moralistas �?? tantas vezes no poder, tantas vezes com poder - a homossexualidade é um inaceitável vício mortal que é exterior a África e aos africanos.

6. Se ganhasse as eleições, Obama teria provavelmente que sentar-se à mesa de negociações e partilhar o poder com o derrotado, num processo negocial degradante que mostra que, em certos países africanos, o perdedor pode negociar aquilo que parece sagrado - a vontade do povo expressa nos votos. Nesta altura, estaria Barack Obama sentado numa mesa com um qualquer Bush em infinitas rondas negociais com mediadores africanos que nos ensinam que nos devemos contentar com as migalhas dos processos eleitorais que não correm a favor dos ditadores.

Inconclusivas conclusões

Fique claro: existem excepções neste quadro generalista. Sabemos todos de que excepções estamos falando e nós mesmos moçambicanos, fomos capazes de construir uma dessas condições à parte.

Fique igualmente claro: todos estes entraves a um Obama africano não seriam impostos pelo povo, mas pelos donos do poder, por elites que fazem da governação fonte de enriquecimento sem escrúpulos.

A verdade é que Obama não é africano. A verdade é que os africanos - as pessoas simples e os trabalhadores anónimos - festejaram com toda a alma a vitória americana de Obama. Mas não creio que os ditadores e corruptos de África tenham o direito de se fazerem convidados para esta festa.

Porque a alegria que milhões de africanos experimentaram no dia 5 de Novembro nascia de eles investirem em Obama exactamente o oposto daquilo que conheciam da sua experiência com os seus próprios dirigentes. Por muito que nos custe admitir, apenas uma minoria de estados africanos conhecem ou conheceram dirigentes preocupados com o bem público.

No mesmo dia em que Obama confirmava a condição de vencedor, os noticiários internacionais abarrotavam de notícias terríveis sobre África. No mesmo dia da vitória da maioria norte-americana, África continuava sendo derrotada por guerras, má gestão, ambição desmesurada de políticos gananciosos. Depois de terem morto a democracia, esses políticos estão matando a própria política. Resta a guerra, em alguns casos. Outros, a desistência e o cinismo.

Só há um modo verdadeiro de celebrar Obama nos países africanos: é lutar para que mais bandeiras de esperança possam nascer aqui, no nosso continente. �? lutar para que Obamas africanos possam também vencer. E nós, africanos de todas as etnias e raças, vencermos com esses Obamas e celebrarmos em nossa casa aquilo que agora festejamos em casa alheia.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

DO CHITENGO ONDE MORO: Carta Para Mariazinha IX


Oi Mariazinha.
Escrevo-te hoje na quinta feira. Primeiro porque sobrou-me tempo suficiente para fazê-lo. Segunto por há notícias demais.
As eleições autárquicas continuam na ordem do dia. A campanha continua ao rubro na cidade da Beira. Pela banda da Frelimo e Renamo continuam acusações contra Deviz Simango candidato independente. Conscientes que o povo tem fresca na memória os feitos de Deviz Simango como presidente, os seus acusadores procuram “tapar o sol com a peneira” com se costuma dizer. Mas como é que a população da Munhava que teve umas das suas ruas pavimentada esquecer-se de Deviz Simango? Rua que por muito tempo foi uma verdadeira dor de cabeça.
Como podem os moradores de Inhangawa esquecerem-se da dor de cabeça que deixou de ser evacuar os seus doentes depois que Deviz Siamngo alocou para o Centro de Saúde de Inhangawa uma ambulância novinha.
Como podem os moradores do Maquinino se esquecerem das mudanças visiveies que aconteceram nas ruas?
Como podem?
Para infelicidade dos acusadores de Simango o povo não se esqueceu do que Deviz fez. E nem se quer se esqueceu do que Chivavice/Blulha não fizeram pela Beira.
Onde a Frelimo/Bulha prometeu carpintarias para fabricar caixões, Deviz Simango prometeu hospitais, valas de drenagens em suam melhores condições para que se morra menos.
A Frelimo está “toda” na Beira. Argumenta ser para “resgatar” a Beira da gestão danosa de Deviz Simango, “gestão danosa” que ainda não foi provada. A PGR vai fazendo tudo que pode mas nada substancial ainda transparece.
A Beira foi uma vez resgatada sim e deve ser quando os beirenses decidiram encostar o candidato de Frelimo(Djalma Lourenço) e expirementaram o jovem “desconhecido” Deviz Simango. Parece ser demasiado tarde.
Quem vota em Deviz nessas eleições o faz pelo bem da Cidade e não movido de algum motivo partidário já que ele concorre “desmamado” de alguma formação política. Vota só querendo ver a Beira melhorar como tem melhorado desde que saiu das mãos da Frelimo. Ser ou não de Renamo não entra na equação. E por falar da Renamo deixou a muito de ser diferente da Frelimo desde que a essa se aliou para tentar se “livrar” de Deviz Simango recorrendo a um monte de acusações que nunca foram provadas. Agora tem essa de Lourenço Bulha estar envolvido em negócios de terra. O Zambeze, “semanário oposicionista” como já muitas vezes foi chamado especialmente pelo grande Paul Fauvet da IAM vem dessa vez com provas documentais do que diz. Caso para perguntar que moralidade possuem os acusadores de Deviz Simango se os seus mais recentes passados estão ligados a casos graves de “corrupção” e eilegalidades?
Com fins de campanha eleitoral,recebemos(Leões do Chitengo) um convite para um torneio quadrangular de futebol nesse fim de semana.
Deixa-me ficar por aqui porque tudo indica que logo logo poderei voltar a escrever-te.

P.s: Posto-te essa carta com uma foto diferente da habitual. Nessa estou bem nas margens do grande Pungue.

PORQUE A DONA ROSALINA NAO VOTARA EM LOURENCO BULHA


A dias postei aqui de forma bem resumida, as razões por detrás da minha decisão firme de votar em Deviz SIMango(Candidato independente) nas próximas eleições autárquicas. Hoje tragos as razões por detrás da decisão firme da Dona Rosalina não votar em Lourenço Bulha(candidato da Frelimo). Nos cruzamos numa longa fila do ATM e ela estava na minha frente. A camisete com a foto de Deviz Simango que trajava foi oque me deu coragem de começar com a conversa. Perguntei se já tinha decidido em quem votaria. Quando me respondeu que sim, apesar de quase obvio que votará em Deviz, perguntei em que votaria.
- Vou votar no Deviz Simango.
Quis perguntar porque votaria em Deviz Simango mas com receio que suas razões coincidissem com as minhas, perguntei porque não votaria em Lourenço Bulha.
-Desde a final de Show de Talentos que decidi que não votaria naquele homem.
Não entendi oque o Show de talentos tinha a ver com Lourenço Bulha, e felizmente antes que eu pedisse a dona Rosalina explicou-me.
-Bulha não tem escrúpulos. Votou no seu afilhado ou sobrinho lá no Show de Talentos em vez de votar em miúdos que mostraram talento. Podia votar em Castigo Muchanga. Para mostrar que foi tudo máfia o afilhado dele teve acidente com carro do prémio e foi preso por conduzir sem carta de condução.
Eu não sabia nadinha dessa história do vencedor do Show de Talentos mas ficou comigo oque a dona Rosalina pensa do candidato da Frelimo às eleições munincipais. Só espero que a dona Rosalina seja a única que guarda essa “mágoa” e ou que não conte isso a mais ninguém sob pena de “envenenar” os outros contra Lourenço Bulha.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Frelimo em Cheio No Chiveve


Estive na Beira hoje. Entre um monte de coisas a fazer, tive que ir ao Aeroporto pegar o meu “boss”. No mesmo voo veio o SG de Frelimo, o "camarada" Filipe Chimoio Paúnde. Já está na Beira há dias o "camarada" Edson Macuacua que já falou um monte de barbariedades como por exemplo tirar o mérito à Deviz Simango relativamente às grandes realizações que marcaram o seu Mandato. Hoje chega Paúnde. Há- de ser que a Frelimo percebe e bem que vencer a Beira não será coisa mole. A imagem por mim captada essa tarde, mostra Paude exibindo Lourenco Bulha a sua chegada no Aeroporto da Beira

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

PORQUE VOTAREI EM DEVIZ SIMANGO


As eleições munincipais estã cada vez mais próximas. Me registei na Escola Eduardo Mondlane(Ponta-Gêa-Beira) e terei que votar em um dos candidatos que me serão dado como opções. Muito cedo decidi votar em Deviz Simango por uma razão muito simples. A cidade da Beira Melhorou e muito sob liderança de Simango. Pode-se até não ter coragem de lhe atribuir o merito, falar de governo central e blá, blá, pode-se dizer que Deviz teve uma gestão danosa mas não pode-se negar que a cidade melhorou visivelmente em muitos aspectos. Basta voltar um pouco no tempo para lembrar como era suja essa cidade. Como era a munhava, como eram os bairros periféricos, como era enterados os que não podiam pagar pelos servoços funerários...
Apenas alguns exemplos.
O governo central esse sempre existiu. No tempo de Chivavice Muchangaze era o mesmo governo central que muito não fez pela Beira.
Eu votarei em Deviz Simango porque ele prometeu e fez. Claro que não fez tudo oque prometeu, quem faria tudo se contarmos que há sempre que nos sabota os programas?
Eu votarei em Deviz Simango porque quero ver terminado oque Simango começou. Quero ver a avenida Eduardo Mondlane completamente reabilitada. Quero ver todos os outros centro de saúde com ambulâncias, quero ver as ruas asfaltadas, os mercados organizados, o lixo recolhido.
Eu votarei em Deviz Simango porque não acredito em Lorenço Bulha nem em Manuel Pereira. Eu votarei em Simango porque tenho uma consciência que agem além, muito além dos discursos que se ouvem por ai.
Eu tenho o meu voto prontinho.

SOMOS(leões de Chitengo) THE BEST

A equipa de futebol do Parque Nacional da Gorongosa, os vulgos “Leões de Chitengo” venceram onte a final da taça distrital de Gorongosa derrotando a equipa de Escola Eduardo Mondlane por 1-0 no periodo de prolongamento depois dos 90 minutos regulamentares terem terminado sem abertura de contagem.
Asseguir algumas imagens:



APESAR DE NÃO SER TITULAR, NÃO TER SIDO SIDO UM JOGADOR, ASSISTI RIGOROSAMENTE TODOS OS JOGOS. NUNS ESTIVE NO BANCO, NOUTROS JOGUEI UM PARIODO NOUTROS AINDA SUBSTITUI O COACH E ORIENTEI A EQUIPA. NA FINAL ESTIVE NO BANCO SEGURANDO O CORAÇÃO EM CADA LANCE DE PERIGO. TINHA O DIREITO DE EMOCIONADINHO BEIJAR O TROFÉU




A FINAL DA TAÇA FOI POLITIZADA, PARTIDARIZADA OU MELHOR AINDA FRELIMIZADA. APROVEITOU-SE A MOLDURA HUMANA QUE SE FEZ AO CAMPO, PARA UNS DISCURSOS ELEITORAIS. O CAMPO ESTAVA REPLETO DE BANDEIRAS, CARTAZES E ANTES DA ENTREGA DO TROFÉU NOS “OBRIGARAM” A GRITAR, “ doa a quem doer, Frelimo já ganhou, doa a quem doer Muerezi(candidato da Frelimo) já ganhou, doa a quem doer o parque já ganhou). QUEM TINHA GANHO DE FACTO ERAMOS NÓS. A FRELIMO E MUEREZI VÃO TER QUE ESPERAR PELA DECISÃO DO POVO.



O ENGENHEIRO LUÍS FILIPE(gestor do Departamento de Infraestruturas no projecto de Restauração do PNG e Presidente dos Leões do Chitengo) REGANDO OS LEÕES DE CHAMPAGNE.



DUAS TORCEDORAS FERENHAS POR SINAL MÃE E FILHA EXIBINDO-SE ALEGREMENTE DIANTE DO RÉGULO CHITENGO(umas das figuras mais proeminentes da autoridade tradicional em Gorongosa)

domingo, 9 de novembro de 2008

Carta para Dede(8)


Oi amigo Dede!
Bom que a gente se encontra lá no Multiply nem? É que nesses desencontros ficaria chato se não ouvesse outro jeito.
Estamos ainda na ressaca da victória de Obama. Daqui e dali vai-se dizendo um monte de coisa mas para mim fica gravada apenas uma. YES WE CAN.
A cidade onde moras faz mais um ano e tenho que te felicitar por isso. Numa altura em que as campanhas vão ao rubro e logo logo elegeremos os nossos “mayors”.
Amigo é muita confusão já e fico me perguntando como será mesmo que isso vai acabar.
Li no último Magazine que Dhlkma ameaça inviabilizar o processo caso os seus candidatos de Dondo Gorongosa e Manica sejam real e definitivamente excuídos da corrida. Eu não sei oque isso(inviabilizar) significa mas não gostei nadinha da conversa.
Amigo, Estive na Beira na passada Quinta feira e senti o “cheiro” forte da campanha eleitoral. Cartazes e desfiles um pouco por todo canto. O que estranhei foi “ausência” do candidato da RENAMO. Não me lembro de ter visto alguma cartaz T-shirt de Manuel Pereira. Lembrei-me primeiro que Dhlkama dissera que a RENAMO não tinha dinheiro para essa campanha e depois lembrei-me que campanha não é só cartaz e T-shirt(?).
Amigo vamos esperar para ver.
Abraços daqui do Chitengo.

P.s: Vamos(Leões de Chitengo) disputar a final da taça distrital de Gorongosa. A rapaziada esta bem animada e a victória está bem garantida.